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Descrição

Soft Starter Série SFT30

 

Especificação Detalhe

Modelo SFT30-075

Tensão de alimentação 220 / 380 VCA

Potência nominal 45 / 75 kW (60/100 CV)

Corrente nominal 150 A

Protocolo de comunicação RS485 / Modbus

Compatibilidade com motores trifásicos: Em 220Vca: indicada para motores de até 60 CV Em 380Vca: indicada para motores de até 100 CV

O Soft Starter SFT30 é uma solução compacta e confiável para a partida suave de motores, reduzindo efetivamente a corrente de partida e os impactos mecânicos durante a aceleração. É indicado para aplicações como bombas, ventiladores e compressores.

Um dos seus principais recursos é o bypass interno opcional, que aumenta a eficiência do sistema, reduz a geração de calor, economiza espaço no painel elétrico e simplifica a instalação e a fiação.

 

O SFT30 oferece diferentes modos de partida e parada, além de proteções abrangentes, incluindo:

 

Proteção contra sobrecarga;

Proteção contra perda de fase;

Proteção contra sobretensão;

Proteção para o motor e para o sistema durante a operação.

 

Sua interface de fácil utilização permite configuração e monitoramento simplificados. Com comunicação Modbus RS485 opcional, o SFT30 pode ser integrado a sistemas de automação industrial, proporcionando maior flexibilidade para diferentes aplicações.

 

 

2-4 Conexão do circuito principal e do terminal de aterramento

 

Tabela 2-4-1 — Funções do circuito principal e do terminal de aterramento

 

Identificação dos terminais Descrição do terminal Observações

R, S, T Entrada da alimentação do circuito principal Conectar à alimentação trifásica

L1, L2, L3 Saída do soft starter Conectar ao motor trifásico

G Aterramento do soft starter O terminal de aterramento do gabinete do soft starter deve ser conectado de forma confiável ao aterramento

U, V, W Saída de bypass do soft starter Conectar ao contator CA

(1) Terminais de entrada da alimentação do circuito principal (R, S, T)

 

a. Conecte os terminais de entrada R, S e T à alimentação CA trifásica através de um disjuntor para proteção do circuito ou de um disjuntor com proteção contra fuga de corrente, sem considerar a sequência de conexão.

 

b. Não utilize o comando ON/OFF do circuito principal para controlar o funcionamento e a parada do soft starter. Após a energização, o controle deve ser realizado através dos terminais de controle ou dos botões RUN e STOP no painel frontal do soft starter.

 

c. Não conecte o soft starter diretamente a uma fonte de alimentação monofásica.

 

(2) Terminais de saída do soft starter (U, V, W)

 

a. Os terminais de saída do soft starter devem ser conectados ao motor trifásico respeitando a sequência correta das fases. Caso o sentido de rotação do motor esteja incorreto, troque quaisquer dois fios entre U, V e W.

 

b. A saída do soft starter não deve ser conectada a capacitores ou supressores de surto.

 

c. Se o cabo entre o soft starter e o motor for muito longo, a capacitância distribuída entre os fios poderá gerar uma corrente de alta frequência, podendo causar atuação por sobrecorrente, aumento da corrente de fuga e menor precisão na indicação da corrente do soft starter. Portanto, recomenda-se que a distância entre o soft starter e o motor não seja superior a 50 metros.

 

(3) Terminal de aterramento do soft starter (G)

 

Por questões de segurança e redução de ruído, o terminal de aterramento G do soft starter deve ser devidamente conectado ao terra.

 

Para evitar choques elétricos e acidentes com incêndio, a carcaça metálica e a estrutura dos equipamentos elétricos devem atender aos requisitos das normas nacionais aplicáveis.

 

Aplicações

O Soft Starter SINOVO SFT30 é indicado para diversas aplicações industriais, proporcionando partidas suaves e redução dos impactos mecânicos nos equipamentos:

  • Bombas centrífugas e alternativas — saneamento, irrigação e petróleo;
  • Ventiladores, exaustores e sopradores;
  • Compressores de ar;
  • Sistemas de refrigeração — compressores de parafuso e pistão;
  • Misturadores e aeradores;
  • Centrífugas;
  • Britadores, moedores e picadores de madeira;
  • Refinadores de papel;
  • Fornos rotativos;
  • Serras e plainas para madeira;
  • Moinhos de bolas e moinhos de martelo;
  • Transportadores de carga.